quinta-feira, 5 de maio de 2016

LICENÇA PATERNIDADE DE 20 DIAS

Foi publicado em 3 de maio de 2016 o Decreto 8.737/2016, que permite aos servidores regidos pela lei 8.112/1990, incluindo os TAEs, a licença paternidade por até 20 dias.


"Art. 2º A prorrogação da licença-paternidade será concedida ao servidor público que requeira o benefício no prazo de dois dias úteis após o nascimento ou a adoção e terá duração de quinze dias, além dos cinco dias concedidos pelo art. 208 da Lei nº 8.112, de 1990."



quarta-feira, 13 de abril de 2016

TAE, FAÇA OUVIR A SUA VOZ! FILIE-SE!

O Brasil está em efervescência. Num horizonte próximo, há uma grande tempestade de afrontas aos direitos do funcionalismo e à universidade pública e gratuita, com reforma da previdência, cortes orçamentários e terrorismo contra o funcionalismo, como o PLP 257/2016.
A polarização de ideias é nítida, e não poderia ser diferente na UFSC. Vivemos um momento decisivo com possibilidades de transformações profundas. Transformações maiores do que as causadas pelo GT Reorganiza em 2012, que teve como fruto um documento mostrando as possibilidades da conquista das 30 horas. Aquele momento refletiu interesses distintos em setores conservadores desta Universidade, que criaram confusões na cabeça dos trabalhadores para incitar o medo da ilegalidade e da imoralidade da jornada de 30 horas semanais para todos de forma isonômica. Tais interesses eram fruto do desejo de controle da Universidade por grupos que defendem seus interesses particulares em prejuízo aos interesses públicos.
Estamos em um momento de mudanças, em que a direção atual do SINTUFSC está às vésperas de terminar o seu mandato. Com isso, abre-se para os TAEs a possibilidade de construir um sindicato que não seja submisso e atrelado à nova gestão da reitoria, e que, acima de tudo, lute em defesa dos direitos de toda a categoria.
Mas, para isso, é necessário que estejamos filiados para, com nosso voto, efetivar esta mudança, pois o sindicato pode e deve ser muito mais do que um instrumento que há seis anos freia os avanços das lutas dos TAEs. Está na hora de dizermos NÃO ao “faz-de-conta” de lutas, de dizer “Basta!” a uma direção de sindicato que sabota deliberadamente a categoria quando esta se levanta por seus direitos.

Sem uma direção sindical que dê vazão jurídica e política às nossas reivindicações, e que seja competente na sua ação contra o assédio moral e todas as formas de corrupção, estaremos fadados ao imobilismo! Os TAEs podem e merecem mais! Precisamos construir um sindicato forte e compromissado com os interesses dos TAES! 

A filiação é rápida, na hora, e não toma mais que 10 minutos; é só comparecer ao SINTUFSC com cópia do RG, CPF e contracheque.

LEMBRE-SE: somente poderão votar os filiados há, no mínimo, 60 dias antes das eleições.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

quarta-feira, 30 de março de 2016

Portas abertas: vez e voz aos TAEs


TAES livres: abrindo as portas”, muito além de um simples nome, representa uma atitude! Historicamente os TAEs não tiveram seus posicionamentos levados em consideração na UFSC. As decisões foram e continuam sendo tomadas nos altos escalões sem a participação dos principais interessados nas decisões. Mas não devemos ter a ilusão de que as portas se abrirão por si só. Temos que abri-las!!! Para abrir as portas para democracia de fato, isonomia, condições dignas de trabalho é mister que nos posicionemos diante dos desmandos autoritários e retrógrados. Termos audácia para romper com o retrocesso e abrir as portas com determinação e coragem.


Não devemos ter ilusões de que nossa representação fará toda a diferença. O número de cadeiras destinadas aos TAEs nos órgãos deliberativos centrais é insuficiente para possibilitar qualquer mudança de vulto na UFSC. Sozinhos temos pouquíssima capacidade de influência. Mas isso não quer dizer que não possamos agir para fazer algo. No decorrer da nossa última gestão no CUn nossa representação barrou a tentativa da reitoria de tentar passar no CUn a proposta de institucionalização dos campi sem nenhuma discussão de vulto com a comunidade universitária. Ou quando a Reitoria articulou a aprovação de uma proposta de Bolsa Permanência muito aquém das necessidades de permanência dos estudantes na Universidade.

O CUn é um espaço privilegiado para denunciar as condições ou a falta de condições dignas de trabalho que vivenciamos cotidianamente. Para dar visibilidade às denúncias das contradições sustentadas por uma instituição hierárquica e feudal em que os professores mandam e desmandam e nos vem como servos. Uma representatividade de fato prescinde de uma participação efetiva dos TAEs nos canais de discussão e decisão da instituição. Sem portas!!! Avante TAEs!!!



Por isto, dia 5 de abril (TERÇA) vote:



CHAPA 7 para o CUn

Renato Ramos Milis (titular)
Colégio de Aplicação (CA)


Camilla de Amorim Ferreira (suplente)
Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI)






 

          
CHAPA 2 para o CONSELHO de CURADORES


Brenda Morelli Piazza (titular)
Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PROPG)

Luciano Antonio Agnes (suplente)
Agência de Comunicação (AGECOM)