domingo, 24 de julho de 2016

Chapa 1 – TAEs Livres em ação























Os dias tem sido intensos para os membros da Chapa 1 – TAEs Livres, com as visitas sistemáticas aos setores da UFSC. A intenção é visitar cada cantinho da universidade para conversar com os colegas técnico-administrativos sobre a necessidade de mudar as coisas no sindicato.

Com uma militância que começou tão logo entraram na UFSC, os TAEs da nova geração sabem muito bem do que estão falando. Desde o trabalho do Grupo Reorganiza, quando muitos deles se debruçaram sobre números e cargos para definir a possibilidade das 30 horas, até a atuação nas greves – sendo as das 30 horas a mais criativa e inovadora – os trabalhadores que hoje colocam o nome para dirigir o sindicato têm mostrado seu valor e sua disposição para o trabalho.

Não faltam também os trabalhadores mais antigos, que sempre estiveram na luta pela universidade pública e pelos direitos dos técnicos-administrativos em educação. Unidas, essas duas gerações estão dispostas a reconstruir um sindicato que realmente faça a batalha contra a retirada de direitos e contra todas as maldades que podem vir por parte do governo federal.

Durante as caminhadas pelos setores da UFSC, as conversas têm sido animadoras. Os trabalhadores colocam suas demandas, fazem suas críticas, discutem o papel do sindicato e se mostram animados com a chapa alaranjada.

Como material de campanha, a Chapa 1 – TAEs Livres está distribuindo um caderninho, no qual discute o que é um sindicato, mostra quem é cada um dos membros da chapa e elenca todos os princípios que os movem a concorrer à direção do Sintufsc.


Receba bem os companheiros e companheiras de camisa laranja. Eles e elas querem que a UFSC amanheça, outra vez, no caminho da luta e da conquista de direitos. 

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Chapa 1 – TAEs Livres: Sindicato Democrático e de Luta




Nesta eleição do SINTUFSC para o triênio 2016-2019, nós do TAEs Livres apresentamos uma chapa de oposição. Nos propomos a construir uma alternativa ao conservadorismo da atual direção, e a apostar em um sindicato democrático e de luta.

Assumimos o compromisso de construir uma alternativa ao que está posto. Para muito além da eleição, queremos construir uma alternativa de organização que seja uma ferramenta de luta na defesa dos nossos direitos. Reforçamos que nossa linha de trabalho é a defesa da categoria visando a uma unidade forte de luta.

Temos acompanhado ao longo desses anos uma série de ataques às universidades e ao serviço público de modo geral. Vivemos em um cenário atual com perspectiva de mais cortes e mais ajustes, o que tornará ainda mais precarizada a condição de vida de quem aqui trabalha e estuda. Isto tudo com o explícito descaso das autoridades e a permissividades de nossas lideranças sindicais, tanto em nível nacional como local. Nossos direitos e conquistas estão sendo jogados como num jogo de tabuleiro.

A chapa que apresentamos é formada por muitos daqueles que tem atuado nas linhas de frente de nossa categoria, muitas vezes tendo que enfrentar a atual direção de nosso próprio Sindicato, na luta efetiva pelas 30 horas, como representantes do conselho Universitário, do Conselho de Curadores e da Comissão Interna de Supervisão da Carreira (CIS), e também nas mobilizações nacionais e locais, em constante luta por nossos direitos e na defesa de uma universidade igualitária e justa.

Há poder em um sindicato, muito maior do que o personalismo de um ou outro diretor, muito maior do que a desmobilização produzida por uma diretoria autoritária, muito maior que votos em uma urna. Poder de defender direitos legítimos dos trabalhadores e servir como instrumento de mobilização e luta contra qualquer ataque a estes direitos. Além de tudo, poder de inspirar atitudes profundamente autênticas e questionadoras, de literalmente “virar de ponta cabeça” uma universidade e seus velhos esquemas.

Este quadro não nos deixou alternativa a não ser organizar e mobilizar a categoria. Entendemos que a luta deve ser reconhecida como o único caminho a ser seguido. É por meio da mobilização que construímos a mudança que desejamos. Temos que parar de pagar a conta dos erros que vem sendo cometidos tanto no cenário nacional quanto local. Não podemos mais tolerar as direções pelegas e entreguistas. O conservadorismo da atual direção do SINTUFSC precisa ser combatido. Por isso nos propomos a construir um sindicato efetivamente democrático e de luta!



O que propomos?

Adotamos sete princípios que sintetizam nossa proposta de direção sindical. Sete pontos claros e diretos, que evocam não apenas o nosso projeto de sindicato, mas também nosso projeto de universidade:

1) A defesa da universidade pública, gratuita, laica e de qualidade socialmente referenciada;
2) O compromisso com a luta geral dos trabalhadores;
3) A autonomia e independência quanto à administração universitária, partidos e governos;
4) A construção de um sindicato democrático e que lute pela universalização da democracia na universidade e na sociedade;
5) A informação e a transparência para controle social;
6) A luta por condições dignas de saúde e segurança no trabalho;
7) O combate a todos os tipos de opressão.

A quem tem concordância com estes pontos, desde já receba nossa mais sincera saudação e acolhida. Precisaremos de cada trabalhador e cada trabalhadora que queira não apenas defender esse sindicato, mas principalmente essa universidade e o que ela representa.

À luta, TAEs!


Quem somos nós?
Coordenação Geral
Brenda Morelli Piazza – PROPG
Helio Rodak de Quadros Junior – SEOMA
Selma Graciele Gomes - PRODEGESP

Coordenação de Formação e Políticas Sindicais
Luiz Artur de Oliveira – NUMA/PU
Camilla de Amorim Ferreira – NDI

Coordenação Administrativa e Financeira
Jorge Tessari – NUMA/PU
João Henrique Corte Medeiros - PROPG

Coordenação de Políticas Esportivas, Sociais e Culturais
Bruno Leal Pauletto - CFM

Coordenação de Comunicação
Renato Ramos Milis – CA

Coordenação de Assuntos Jurídicos
Rordrigo Weinhardt Borges - PU
Simone Valentini - PROGRAD

Coordenação de Aposentados e Pensionistas
Luciano Antonio Agnes - AGECOM
Marilene dos Santos - HU

Coordenações Regionais
Camboriu - Marina Silveira Soares - PRODEGESP
Araquari – Fernando Gabriel Carretto Berrutti - CCB
Araranguá – Cristina Eberhardt Francisco - CFH
Curitibanos – Carla Cerdote da Silva - PROPG
Joinville – Dalanea Cristina Flor - NDI
Blumenau – Eduardo de Oliveira – NUMA/PU

Suplentes
Elaine Jussara Tomazzoni Tavares – CSE
Jonatan Sernajotto Urbano de Moraes – CFH
Jackeline Claudete Pinheiro – PROGRAD

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Chapa 1 é a opção para a direção do Sintufsc

Por Elaine Tavares







Greve das 30 horas - greve interna, inédita e corajosa. Fez história na UFSC. Esses guerreiros estavam lá, organizando e construindo...










As eleições para a direção do Sintufsc vêm aí – dia 10 de agosto - e é hora de os trabalhadores da UFSC apostarem em gente que luta. Estamos vivendo tempos duros e difíceis, que provavelmente piorarão. Para enfrentá-los há que contar com um sindicato que não fique mudo, que atue firmemente na defesa dos direitos, que seja capaz de propor saídas inventivas e criativas.

O grupo que forma a Chapa 1 – TAEs Livres é fortalecido por pessoas que já mostraram sua capacidade de luta e organização. Quem não se lembra da boniteza que foi a greve pelas 30 horas? Original, corajosa, frenética. Quem pode não se encantar com companheiras como a Brenda, a Marina, a Carla, Simone, Marilene, Dalânea, Cristina, a Camila, a Selma ou com os queridos Luciano, Bruno, Fernando, Renato, Jorge, Luis, o João Henrique, o Rodrigo e Hélio?  

É um pessoal que já se destacou nas greves passadas, que segue se destacando em todas as assembleias, discutindo a conjuntura, propondo coisas. É gente que representou os TAEs no Conselho Universitário, que defendeu propostas, que discutiu a universidade, que apontou problemas e soluções. Uma turma que não mede esforços para estudar, compreender, e enfrentar os desafios que estão postos para a universidade e os trabalhadores. Conhecem de todos os âmbitos da UFSC, desde as contas – com atuação no conselho de curadores – até a grande política.

A Chapa 1 é a possibilidade do voto consciente, do voto necessário, de confiança e de mudança. A Chapa 1 é como uma brisa no abafado e modorrento sindicato que hoje é incapaz de representar a necessária força para combater os tempos duros que virão.

Não tenho dúvidas em caminhar com essa gurizada cheia de vida, esperança e força. Com eles vou, atravessando o deserto da pequena política, construindo um amanhã desejado. Logo vamos passar por aí, na sua sala, para conversar.

Peço seu voto e seu apoio, colega da UFSC. Acredite na mudança e defina-se pelo 1.

http://eteia.blogspot.com.br/2016/06/chapa-1-e-opcao-para-direcao-do-sintufsc.html


terça-feira, 14 de junho de 2016

Eleições SINTUFSC 2016 - O preço dos debates

"Que tempos são estes, em que temos que defender o óbvio?"
Bertold Brecht

A pergunta de Brecht mantém-se atual diante da eleição do SINTUFSC em 2016. Que tempos são estes em que até o mais trivial, como debates entre as chapas, precisa ser defendido contra a tentativa de boicotá-lo?

Diante da não sinalização de nenhum debate entre as chapas no cronograma das eleições, nossa Chapa protocolou na última quarta, dia 8 de junho, uma solicitação à Comissão Eleitoral, para que fossem realizados 7 debates nessa eleição (1 para Reitoria e Centros de Ensino, 1 para o HU, 1 para o CCA e mais 4 para os Campi da UFSC fora da capital). Para dar maior aval à proposta, havíamos solicitado que a mesma Comissão encaminhasse a proposta para ser debatida e aprovada na Assembleia que ocorreria na quinta, dia 9 (clique aqui para ver o documento).

Chegada a Assembleia Geral do dia 9, no momento de informes, o próprio presidente da Comissão Eleitoral, Sr. Ediwilson Ribeiro, fez uma fala sobre essa solicitação. Além de informar que por ele não haveria o encaminhamento daqueles 7 debates, ressaltou que se a Assembleia aprovasse a realização daqueles debates ele sairia da Comissão Eleitoral. Para suavizar sua posição, disse que talvez 1 (um) debate ele poderia assumir. Junto com essa postura do presidente da Comissão, o atual Coordenador Geral do SINTUFSC e postulante à reeleição, Sr. Celso Ramos Martins, buscou desqualificar aquela proposta, afirmando que não cabia a Assembleia decidir qualquer coisa sobre as eleições.

A tentativa de carteirada não passou em branco. Diversas manifestações que se seguiram lembraram os Sr.s Ediwilson e Celso dos dispositivos previstos em Estatuto e da necessidade de se realizar debates em uma eleição. Houve quem, inclusive, advertiu nossa chapa da insuficiência da proposta de 7 debates, uma vez que o SINTUFSC possui também representação nos Colégios Agrícolas, não mais vinculados à UFSC.

Diante da postura arbitrária do presidente da Comissão e do Coordenador Geral, outros membros da Comissão Eleitoral procuraram nossa Chapa, ali mesmo naquela Assembleia, para propor a realização de pelo menos 2 debates, que contariam com a transmissão por internet (para inclusão dos outros campi). A proposta foi para discussão em Assembleia e foi aprovada (http://www.sintufsc.ufsc.br/?p=18137). Não se trata daquilo que almejávamos, mas foi um começo.

Queremos lembrar aos nossos companheiros TAEs que não seremos tolerantes com esse tipo de postura arbitrária de esconder debates, principalmente quando a mesma parte de autoridades que deveriam ser as primeiras a defender esse tipo de proposta.

À Luta TAEs.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

NOMINATAS DAS CHAPAS QUE CONCORRERÃO À DIRETORIA DO SINTUFSC

Seguem as nominatas das chapas inscritas à Diretoria do SINTUFSC (ressaltamos que o prazo para impugnações de candidatos é até o dia 03 de junho):

*OBS: somente participarão do processo eleitoral os/as filiados/as até 10 de junho.*

CHAPA 1 - Taes Livres: Sindicato Democrático e de Luta

Coordenação Geral
BRENDA MORELLI PIAZZA – Pró-Reitoria de Pós-Graduação
HELIO RODAK DE QUADROS JUNIOR – Secretaria de Obras e do Meio Ambiente
SELMA GRACIELE GOMES - Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas

Coordenação de Formação e Políticas Sindicais
LUIZ ARTUR DE OLIVEIRA - Prefeitura Universitária
CAMILLA DE AMORIM FERREIRA – Núcleo de Desenvolvimento Infantil

Coordenação Administrativa e Financeira
JORGE TESSARI - Prefeitura Universitária
JOAO HENRIQUE CORTE MEDEIROS – Pró-Reitoria de Pós-Graduação

Coordenação de Políticas Esportivas, Sociais e Culturais
BRUNO LEAL PAULETTO – Centro de Ciências Físicas e Matemáticas

Coordenação de Comunicação
RENATO RAMOS MILIS – Colégio de Aplicação

Coordenação de Assuntos Jurídicos
RODRIGO WEINHARDT BORGES - Prefeitura Universitária
SIMONE VALENTINI – Pró-Reitoria de Graduação

Coordenação de Aposentados e Pensionistas
LUCIANO ANTONIO AGNES – Agência de Comunicação
MARILENE DOS SANTOS – Hospital Universitário

Coordenações Regionais
Camboriu - MARINA SILVEIRA SOARES - Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas
Araquari - FERNANDO GABRIEL CARRETTO BERRUTTI – Centro de Ciências Biológicas
Araranguá - CRISTINA EBERHARDT FRANCISCO - Centro de Filosofia e Ciências Humanas
Curitibanos - CARLA CERDOTE DA SILVA – Pró-Reitoria de Pós-Graduação
Joinville - DALANEA CRISTINA FLOR - Núcleo de Desenvolvimento Infantil
Blumenau - EDUARDO DE OLIVEIRA - Prefeitura Universitária

Suplentes
ELAINE JUSSARA TOMAZZONI TAVARES – Centro Sócio-Econômico
JONATAN SERNAJOTTO URBANO DE MORAES – Centro de Filosofia e Ciências Humanas
JACKELINE CLAUDETE PINHEIRO – Pró-Reitoria de Graduação
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CHAPA 2 – Determinação: Sindicato Para Todos

Coordenação Geral
CELSO RAMOS MARTINS – Prefeitura Universitária
TERESINHA INES CECCATO DE OLIVEIRA GAMA – Colégio de Aplicação
RICARDO EGIDIO DA ROCHA – Hospital Universitário

Coordenação de Formação e Políticas Sindicais
DILTON MOTA RUFINO – Centro de Filosofia e Ciências Humanas
ALEXANDRE DOS PASSOS – Centro de Ciências da Saúde

Coordenação Administrativa e Financeira
GERALDINO BARBOSA – Secretaria de Segurança Institucional
JOAO CARLOS DA SILVA – Centro de Comunicação e Expressão

Coordenação de Políticas Esportivas, Sociais e Culturais
OTAVIO PEREIRA – Centro de Filosofia e Ciências Humanas

Coordenação de Comunicação
NEWTON DE MENDONCA BARBOSA JUNIOR – Centro de Ciências Agrárias

Coordenação de Assuntos Jurídicos
CLAUDIO ROBERTO SILVANO – Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas
NORIVALDO ARNALDO VIEIRA – Hospital Universitário

Coordenação de Aposentados e Pensionistas
MARIA APARECIDA PEREIRA MARTINS - Aposentada
WALCORETT DA ROCHA CARDOSO – Hospital Universitário

Coordenações Regionais
Camboriu - EVANDINA ARGENA DA SILVA – IFC/Campus Camboriu
Araquari - CLAUDIO H. TRINDADE – Imprensa Universitária
Araranguá - VALDENIR LOURIVAL FERREIRA – Hospital Universitário
Curitibanos - JOAO BATISTA DA SILVA – Centro de Ciências da Saúde
Joinville - JULIANE SILVA DA SILVA – Centro de Comunicação e Expressão
Blumenau - SERGIO MURILO DE SOUZA – Centro de Filosofia e Ciências Humanas

Suplentes
ENEZIMO MARCELINO – Centro de Ciências da Saúde
ADELINO BARBOSA - Aposentado
ANA MARIA DA SILVA – Hospital Universitário

quinta-feira, 19 de maio de 2016

CHAPA 1 PARA O SINTUFSC - "TAES LIVRES: SINDICATO DEMOCRÁTICO E DE LUTA"

TAEs na UFSC,

O movimento TAEs Livres inscreveu hoje a nominata que concorrerá à direção do SINTUFSC, no dia 10 de agosto.







quinta-feira, 12 de maio de 2016

Quando a necessidade da resistência e da luta torna-se tarefa inadiável



Companheiros TAEs,

Viemos a assumir o compromisso com a tarefa de construir uma alternativa ao que está posto em nosso movimento e em nosso sindicato. Para muito além da eleição, queremos construir uma alternativa de sindicato que seja uma ferramenta de luta na defesa dos nossos direitos. Reforçamos que nossa linha de trabalho é a defesa da categoria visando uma unidade forte de luta. Lutaremos para a preservação de todos os direitos conquistados pela classe  trabalhadora, na defesa dos TAEs e de uma Universidade Pública, gratuita e de qualidade socialmente referenciada.

Acompanhamos ao longo desses anos uma série de ataques às universidades e ao serviço público de modo geral. Vivemos em um cenário atual com perspectiva de mais cortes e mais ajustes, o que tornará ainda mais precarizada a condições de vida de quem trabalha. Isto tudo com o explícito descaso das autoridades e a permissividades de nossas lideranças sindicais, tanto em nível nacional como local. Nossos direitos e conquistas são jogados em um jogo de tabuleiro.

Por outro lado, vimos também crescer uma força de resistência admirável entre esses  trabalhadores, a ponto de se rebelarem contra o uso espúrio que autoridades têm feito de sua jornada de trabalho, como uma moeda de troca. A partir de gritos como 30 horas para todos, iniciou-se uma onda de levantes de trabalhadores sem precedentes, a ponto de se projetar de que esse direito seria conquistado setor a setor trabalhador a trabalhador na UFSC.

Temos atuado nas linhas de frente de nossa categoria, na luta efetiva pelas 30 horas, como  representantes do conselho Universitário, do Conselho de Curadores e da CIS e também nas mobilizações nacionais e locais, em constante luta por nossos direitos e na defesa de uma Universidade igualitária e justa.

Evidentemente, proporcional àquela ousadia foi a repressão mais violenta que sofremos nos tempos mais recentes, pelos Feitores da UFSC em aliança com a atual direção do SINTUFSC. Tal violência marcou profundamente nosso movimento, expondo o que de mais reacionário poderia haver em termos de repressão, fazendo do assédio uma ferramenta de controle dos trabalhadores através do medo. Um cenário terrível onde os agressores, por enquanto, ficaram impunes e o próprio sindicato tem desencorajado a resistência.

Há poder em um sindicato, muito maior do que o personalismo de um ou outro diretor, muito maior do que a desmobilização produzida por uma diretoria autoritária, muito maior que votos em uma urna. Poder de defender direitos legítimos dos trabalhadores e servir como instrumento de mobilização e luta contra qualquer ataque a estes direitos. Além de tudo, poder de inspirar atitudes profundamente autênticas e questionadoras, de literalmente “virar de ponta cabeça” uma universidade e seus velhos esquemas.

Este quadro não nos deixa alternativa a não ser de organizar e mobilizar a categoria. Entendemos que a luta deve ser reconhecida como único caminho a ser seguido. Será por meio da mobilização que construiremos a mudança que desejamos. Temos que parar de pagar a conta dos erros que vem sendo cometidos tanto no cenário nacional quanto local. Não podemos mais tolerar as direções pelegas e entreguistas. O conservadorismo da atual direção do SINTUFSC precisa ser combatido.



Levantemos nossos punhos, firmemos nossos passos; à Luta TAEs!

Convidamos todos à nossa convenção de chapa!
Nesta quinta,
12/05, às 17h30min no Auditório do CED.